Por que manter bom relacionamento com o cliente devedor

Por que manter bom relacionamento com o cliente devedor

A colaboração entre fornecedor e comprador é a chave para uma parceria comercial duradoura. E isso vale inclusive nos momentos de crise. Um bom relacionamento com um cliente devedor pode ser muito positivo para o seu negócio, mesmo que as vantagens financeiras não apareçam imediatamente.

Quer saber como manter relações amigáveis até com compradores em débito? Então continue conosco e acompanhe as dicas.

Como manter um bom relacionamento com cliente devedor

Sempre vale a pena investir num comprador que esteja em débito. E a lógica por trás dessa postura é muito simples: se você faz um esforço, ainda há possibilidade de recuperar os valores em atraso.

Desistir da cobrança significaria, simplesmente, aceitar o prejuízo. Atitude improdutiva para os negócios, não acha?

Porém, existe uma maneira certa de abordar o cliente. Se sua empresa já sai protestando a dívida, haverá custos com cartórios, tabelionatos e honorários de advogados. A operação judicial se torna desgastante e onerosa – sem contar que você não tem garantia de que receberá o pagamento.

Por isso, o objetivo é chegar a um acordo amigável. Veja como e por que agir dessa forma:

1. Entenda os motivos da dívida

Na maioria dos casos, a inadimplência não ocorre por má-fé, mas por dificuldades financeiras momentâneas. O comprador sabe que precisa saldar o que deve, mas tem gastos de emergência ou fatura menos do que esperava para aquele mês.

A negociação da dívida é o caminho mais produtivo numa situação dessas. Quando você entende por que o cliente está em débito, pode propor alternativas viáveis para a recuperação de crédito.

Experimente estender prazos, parcelar o montante em prestações reduzidas ou oferecer um desconto. Encontre a alternativa mais adequada para ambos. Assim, você terá mais chances de receber seu dinheiro.

2. Mantenha uma clientela fiel

Um grande desafio dos fornecedores é realizar a cobrança de inadimplentes sem deixá-los escapar durante o processo. Por isso, a abordagem amigável se torna tão importante.

Quando o cobrador é ríspido ou intransigente na negociação, perde a oportunidade de estabelecer um bom relacionamento. O devedor, sentindo-se acuado ou constrangido, se afasta sem quitar as pendências.

Existem dois problemas aí. O primeiro é o inevitável prejuízo, já que a dívida dificilmente será paga.

Além disso, o cliente deixa de fazer novos negócios. Em outras palavras, a empresa “mercenária e mesquinha” perde clientela. Trata-se de um luxo difícil de bancar, especialmente nos segmentos mais competitivos do mercado.

3. Recupere o poder de compra do consumidor

Um último motivo para manter relações cordiais com cliente em débito é, justamente, auxiliá-lo na recuperação fiscal. Ao negociar dívidas sem apelar para as vias judiciais, você garante que a outra parte mantenha poder de compra, já que terá o nome limpo na praça. Dessa forma, ela tem possibilidade de fechar novos negócios. A economia gira e todos saem ganhando.

A colaboração mútua na cadeia de suprimentos assegura a sustentabilidade do mercado. Se os compradores vão mal, os fornecedores também sentem o baque. Portanto, num cenário de crise financeira e tentativas incessantes de redução de custos, um bom relacionamento proporciona vantagem competitiva às companhias.

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